Dia do treinador e o melhor time de todos


 

Não é besteira afirmar que a Seleção Brasileira só não foi campeã em 1982 por causa de um passe errado, um mero detalhe que resultaria em um dos três gols da Itália e marcaria a carreira de Toninho Cerezo para sempre.

Mas também, a de Telê Santana. Apreciadores e pesquisadores do futebol não titubeiam – uma vez resfriado o sangue depois de uma eliminação em Copa do Mundo – em dizer que aquele foi o mais bem montado e treinado plantel de todos os tempos. Organização que fazia sim por mostrar o talento individual das suas estrelas, Falcão, Zico, Sócrates e Junior.

 

mestre

 

Tele foi sim um grande jogador. Não teve mais destaque porque, em sua época, concorria com feras como Garrincha e Juninho Botelho. Nunca chegou a vestir a camisa da seleção.

Como técnico, no entanto, ele era o Garrincha, Pelé ou Botelho. Defensor do futebol diferenciado, em dez anos saltou de comandante das categorias de base do Fluminense até o posto de treinador da Seleção Brasileira, colecionando no caminho, títulos estaduais no Rio de Janeiro, Minas Gerais, e Rio Grande do Sul o brasileirão de 1971, comandando o Atlético Mineiro.

 

O timeEm pé: Valdir Peres, Leandro, Oscar, Falcão, Luizinho e Júnior. Agachados: Nocaute Jack (massagista), Sócrates, Toninho Cerezzo, Serginho Chulapa, Zico e Éder. 
Escalação de 1982, fonte: Olho Tático -http://globoesporte.globo.com/platb/olhotatico/category/sem-categoria/
O entrosamento daquela equipe sem dúvida é uma das inspirações para o jogo de posse de bola que hoje faz o Barcelona. Júnior era um lateral esquerdo destro, habilidoso e ofensivo que sabia compor a marcação, mas também fazia gols. O volante Falcão estava na boca da área o tempo todo, fazendo gols e dando passes. Sócrates, na criação, formava o meio ao lado de Zico, o jogador do imprevisto: driblava, dava passes e tinha precisão e oportunismo para fazer gols, além de ser um batedor de falta de rara qualidade.

O time
Em pé: Valdir Peres, Leandro, Oscar, Falcão, Luizinho e Júnior. Agachados: Nocaute Jack (massagista), Sócrates, Toninho Cerezzo, Serginho Chulapa, Zico e Éder.
Escalação de 1982, fonte: Olho Tático -http://globoesporte.globo.com/platb/olhotatico/category/sem-categoria/
O entrosamento daquela equipe sem dúvida é uma das inspirações para o jogo de posse de bola que hoje faz o Barcelona. Júnior era um lateral esquerdo destro, habilidoso e ofensivo que sabia compor a marcação, mas também fazia gols. O volante Falcão estava na boca da área o tempo todo, fazendo gols e dando passes. Sócrates, na criação, formava o meio ao lado de Zico, o jogador do imprevisto: driblava, dava passes e tinha precisão e oportunismo para fazer gols, além de ser um batedor de falta de rara qualidade.

 

 

 

Chegou à Seleção Brasileira em 1980, depois de se notabilizar no Palmeiras de 1979, por fazer um time medíocre apresentar um bom futebol. Também comandou a seleção na Copa de 1986, no México. Eliminado no caminho em duas copas consecutivas, ganhou fama de pé frio, da qual só se livraria em 1992, quando comandou o São Paulo, uma das melhores equipes de todos os tempos e já analisada neste espaço. Relembre:

 

https://blogdoguirado.wordpress.com/2012/11/23/equipes-para-se-lembrar-sao-paulo-campeao-mundial-em-1992/